
Lançamento: 21/11/1991 (Japão)
Desenv.: Nintendo
Distrib.: Nintendo
Inaugurando as análises do blog, começo com o único Zelda de Super Nintendo: A Link To The Past.
A aventura do Hylian Link começa num dia de chuva. A princesa Zelda está trancafiada no calabouço do castelo de Hyrule, e telepaticamente clama por socorro. O tio de Link corre pra ajudar, deixando o sobrinho sozinho. Este acorda e vai procurar o tio, entrando com a ajuda da princesa no castelo. Lá, Link encontra seu tio que, já sem forças, lhe entrega sua espada e seu escudo.
Após salvar a princesa, Link tenta restaurar a ordem no Light World, juntando três pingentes e a Master Sword. Zelda é novamente capturada, indo parar nas mãos do mago Agahnim, que outrora matou seu pai. O Hylian parte então para o Dark World, buscando a princesa e a paz para o reino de Hyrule.
O jogo nos remete muito aos dois primeiros Zeldas. Com praticamente a mesma engine que a tornou uma série de sucesso, o jogo apela para a fantasia e o misticismo. A jogabilidade é simples, cada botão tem uma função específica, facilitando o aprendizado por qualquer um. A trilha sonora clássica da série agora está excelentemente arranjada, não cansando os ouvidos em nenhum momento. Aliados ainda aos gráficos limpos e bem feitos, o terceiro Zelda para consoles domésticos é essencial para sua coleção.


ORIGINALIDADE - 9,0
JOGABILIDADE - 10
GRÁFICOS - 9,0
SOM - 10
REPLAY - 9,5
NOTA FINAL - 10

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